


Miniabdominoplastia
Miniabdominoplastia
Cirurgia para excesso de pele restrito ao abdome inferior, sem transposição do umbigo.
Cirurgia para excesso de pele restrito ao abdome inferior, sem transposição do umbigo.
corpo
Cirurgia indicada para remover excesso de pele e corrigir flacidez localizada na região inferior do abdômen, proporcionando um contorno abdominal mais firme e harmônico.
A Miniabdominoplastia é um procedimento cirúrgico voltado para pacientes que apresentam flacidez e excesso de pele restritos à parte inferior do abdômen, geralmente abaixo do umbigo. Diferente da abdominoplastia completa, essa técnica não envolve a transposição do umbigo, tornando a cirurgia menos extensa e com recuperação mais rápida.
Durante o procedimento, é realizada a retirada do excesso de pele e, quando indicado, o ajuste da musculatura abdominal inferior. A Miniabdominoplastia pode ser associada à lipoaspiração para melhorar o contorno corporal e refinar o resultado final. A cirurgia é realizada com anestesia adequada, possui recuperação progressiva e entrega resultados naturais, respeitando as características e os objetivos individuais do paciente.
Cirurgia indicada para remover excesso de pele e corrigir flacidez localizada na região inferior do abdômen, proporcionando um contorno abdominal mais firme e harmônico.
A Miniabdominoplastia é um procedimento cirúrgico voltado para pacientes que apresentam flacidez e excesso de pele restritos à parte inferior do abdômen, geralmente abaixo do umbigo. Diferente da abdominoplastia completa, essa técnica não envolve a transposição do umbigo, tornando a cirurgia menos extensa e com recuperação mais rápida.
Durante o procedimento, é realizada a retirada do excesso de pele e, quando indicado, o ajuste da musculatura abdominal inferior. A Miniabdominoplastia pode ser associada à lipoaspiração para melhorar o contorno corporal e refinar o resultado final. A cirurgia é realizada com anestesia adequada, possui recuperação progressiva e entrega resultados naturais, respeitando as características e os objetivos individuais do paciente.
Informações do procedimento
Período de Recuperação
moderada
Tempo de cirurgia
Media
Anestesia
Geral
Dor no pós-operatório
Lista de limitações
Como toda cirurgia, a miniabdominoplastia apresenta riscos: sangramento ou hematoma; seroma; infecção; cicatrização desfavorável; deiscência da ferida; necrose de pele ou de gordura, com risco aumentado em tabagistas; alterações de sensibilidade da parede abdominal; irregularidades de contorno; trombose venosa profunda e embolia pulmonar; necessidade de cirurgia revisional.
Limitações: a correção fica restrita à região inferior do abdome. Quando há flacidez acima do umbigo ou diástase extensa, o resultado é limitado e pode ser necessária a conversão para abdominoplastia completa — possibilidade que é avaliada antes e pode ser definida durante a cirurgia. A cicatriz é definitiva, ainda que menor que a da abdominoplastia completa. A cirurgia não é tratamento para obesidade e o resultado depende da estabilidade do peso.
A indicação depende de avaliação médica presencial e individualizada, considerando a distribuição da flacidez, presença de diástase, índice de massa corporal, tabagismo e comorbidades. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
Como toda cirurgia, a miniabdominoplastia apresenta riscos: sangramento ou hematoma; seroma; infecção; cicatrização desfavorável; deiscência da ferida; necrose de pele ou de gordura, com risco aumentado em tabagistas; alterações de sensibilidade da parede abdominal; irregularidades de contorno; trombose venosa profunda e embolia pulmonar; necessidade de cirurgia revisional.
Limitações: a correção fica restrita à região inferior do abdome. Quando há flacidez acima do umbigo ou diástase extensa, o resultado é limitado e pode ser necessária a conversão para abdominoplastia completa — possibilidade que é avaliada antes e pode ser definida durante a cirurgia. A cicatriz é definitiva, ainda que menor que a da abdominoplastia completa. A cirurgia não é tratamento para obesidade e o resultado depende da estabilidade do peso.
A indicação depende de avaliação médica presencial e individualizada, considerando a distribuição da flacidez, presença de diástase, índice de massa corporal, tabagismo e comorbidades. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
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