


Cirurgia Íntima
Cirurgia Íntima
Corpo
Cada vez mais buscada por mulheres, a cirurgia de rejuvenescimento íntimo visa melhorar o aspecto estético da vagina e vulva da mulher.
Mulheres com grandes lábios atróficos (flácidos e vazios) ou pequenos lábios hipertróficos (flácidos e redundantes) podem ser submetidas a este procedimento que gera grande satisfação.
Cada vez mais buscada por mulheres, a cirurgia de rejuvenescimento íntimo visa melhorar o aspecto estético da vagina e vulva da mulher.
Mulheres com grandes lábios atróficos (flácidos e vazios) ou pequenos lábios hipertróficos (flácidos e redundantes) podem ser submetidas a este procedimento que gera grande satisfação.
Informações do procedimento
Período de Recuperação
moderada
Tempo de cirurgia
Media
Anestesia
Geral
Dor no pós-operatório
Lista de limitações
Como toda cirurgia, a cirurgia íntima apresenta riscos: sangramento ou hematoma; infecção; deiscência da ferida; dor no pós-operatório; cicatrização desfavorável; assimetria entre os lados; alterações de sensibilidade local; ressecção insuficiente ou excessiva de tecido; desconforto durante a relação sexual; necessidade de cirurgia revisional.
Limitações: as cicatrizes são definitivas, ainda que habitualmente discretas pela característica da região. O pós-operatório exige repouso sexual e cuidados locais por período determinado, e a adesão influencia a cicatrização. A cirurgia trata alterações anatômicas da região — não trata queixas funcionais urinárias nem questões relacionadas ao desejo ou à resposta sexual, que têm investigação e tratamento próprios.
A indicação depende de avaliação médica presencial e individualizada, considerando a anatomia, as queixas apresentadas, o histórico ginecológico, comorbidades e os objetivos da paciente. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
Como toda cirurgia, a cirurgia íntima apresenta riscos: sangramento ou hematoma; infecção; deiscência da ferida; dor no pós-operatório; cicatrização desfavorável; assimetria entre os lados; alterações de sensibilidade local; ressecção insuficiente ou excessiva de tecido; desconforto durante a relação sexual; necessidade de cirurgia revisional.
Limitações: as cicatrizes são definitivas, ainda que habitualmente discretas pela característica da região. O pós-operatório exige repouso sexual e cuidados locais por período determinado, e a adesão influencia a cicatrização. A cirurgia trata alterações anatômicas da região — não trata queixas funcionais urinárias nem questões relacionadas ao desejo ou à resposta sexual, que têm investigação e tratamento próprios.
A indicação depende de avaliação médica presencial e individualizada, considerando a anatomia, as queixas apresentadas, o histórico ginecológico, comorbidades e os objetivos da paciente. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
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